Renda fixa foi a campeã em rentabilidade em junho

Postado por em jul 1, 2015 em Artigos, Curiosidades | 0 comentários

Mas no semestre, os líderes do ranking de investimentos foram o ouro e o dólar – e a bolsa de valores encostou no retorno dos fundos DI Com a taxa básica de juros do país em 13,75% ao ano – e a perspectiva de ao menos mais um aumento em julho – a renda fixa foi a melhor aplicação do mês passado, segundo ranking elaborado por Fabio Colombo, administrador de investimentos. No mês, os títulos públicos do Tesouro Nacional atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entregaram um retorno médio bruto de 1,20% a 1,35%, dependendo do prazo do papel. No ano, essa aplicação rendeu 9,25%. Este título paga a variação do IPCA e mais um cupom de juros, e nesse cenário de inflação resistente, ofereceu o melhor retorno. Se considerado o semestre, o ouro foi o líder do ranking, com valorização de 17,25%. No mês passado, no entanto, o metal caiu 2,47%. Das aplicações que pagam juros, quem também ofereceu um bom rendimento bruto foi o fundo de renda fixa, de 1% a 1,15% em junho, dependendo da composição da carteira e da taxa de administração. No ano, o retorno foi de 6,73% Os fundos referenciados DI (Depósito Interbancário) também tiveram um bom desempenho, com rendimento bruto de 0,95% a 1,10% no mês, que varia de acordo com a taxa de administração. No primeiro semestre deste ano, rendeu 6,01%. Essas aplicações tiveram melhor desempenho do que o CDB (Certificado de Depósito Bancário, um empréstimo do poupador aos bancos). A rentabilidade desta aplicação depende do valor investido e do risco de crédito do banco emissor. Em junho, a remuneração indicativa do CDB ficou entre 0,90% a 1,05%. No ano, no entanto, a rentabilidade foi de 5,77%, ainda acima da inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), de 4,33%. Quem perdeu do IGP-M no ano foi a caderneta de poupança com aniversário em 1º de julho, que rendeu apenas 3,70%. Em junho, a aplicação mais popular do país teve retorno líquido de 0,68%, quase empatado com os 0,67% do IGP-M. Ranking dos investimentos Junho 2015 Lugar Investimento Rendimento 1 Títulos indexados ao IPCA* 1,20% a 1,35% 2 Fundos de renda fixa** 1,00% a 1,15% 3 Fundos DI** 0,95% a 1,10% 4 CDBs** 0,90% a 1,05% 5 Poupança (líquida com aniversário 1/4) 0,68% 6 IGP-M 0,67% 7 Bolsa 0,61% 8 Euro -0,89% 9 Dólar -2,45% 10 Ouro -2,47% *Indicativo **Média Obs: Os títulos indexados ao IPCA não estão sendo colocadas à taxa de mercado, em razão da diversidade de papéis. Fonte: Fábio Colombo. “Nosso juro real ainda é o maior do mundo. Ainda recomendamos aos clientes aplicar em taxas de juros e tomar cuidado com a...

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Cidadão está mais seguro com a nota fiscal de consumidor eletrônica

Postado por em maio 5, 2015 em Curiosidades | 0 comentários

A nota fiscal eletrônica emitida entre empresas já é uma realidade no país. E agora a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitida diretamente aos cidadãos há um ano garante ao consumidor mais segurança em relação ao recolhimento dos impostos das suas compras, além de desonerar os varejistas da obrigatoriedade da impressora fiscal eletrônica na frente de caixa. Com um microcomputador agregado à certificação digital, uma loja pode ter quantas posições de check out quiser. Por essa e outras razões, a NFC-e já foi adotada por mais de 15 mil empresas de 15 estados dos 26 que aderiram ao projeto – apenas Santa Catarina não o adotou. A obrigatoriedade começará a valer em 2016, de acordo com o cronograma estabelecido pelas secretarias da Fazenda de cada estado. Para o bom funcionamento de todo o sistema de automação do qual dependerá a NFC-e uma coisa é certa: o preenchimento correto de todos os campos de informação pelo varejista. De acordo com Edson Matos, assessor de negócios da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, o preenchimento correto do Global Trade Identification Number (GTIN) – a numeração representada pelo código de barras dos produtos – é o que garante a precisão das informações em todo o sistema de automação com padrão GS1. “Essa numeração é uma chave importante de alguns campos de preenchimento da NFC-e e ela identifica qual produto foi vendido.” O GTIN facilita a gestão de estoque de produtos, a rastreabilidade e estimula a automação na cadeia de suprimentos, além de ser um facilitador na captura dos dados dos produtos para o início do faturamento e emissão da NFC-e. O processo de emissão de uma NFC-e tem início com a leitura do código de barras da mercadoria a ser comercializada, possibilitando ao aplicativo comercial a identificação do produto e o preenchimento no arquivo eletrônico da NFC-e das informações comerciais e fiscais correspondentes do item. Para Eudaldo Almeida, coordenador geral do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), “a qualidade da informação no documento eletrônico é de fundamental importância para o andamento do projeto porque possibilita a análise posterior das informações e melhor direcionamento tanto por parte dos órgãos públicos quanto dos empresários na gestão de seus negócios”. O consumidor se sente mais seguro, sabendo que está adquirindo produtos atestados legalmente e os estabelecimentos comerciais deixam de ter também a necessidade de armazenar os documentos em papel. Para o cidadão, a vantagem também pode ser observada nesse sentido, já que a nota fiscal pode ser enviada por e-mail. Newton Oller, líder nacional do Projeto NFC-e pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), reforça a ideia de que tudo sempre se converte em benefícios para o país. “O consumidor está...

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Lei do Bem: agregando valor às empresas e ao mercado nacional

Postado por em nov 5, 2014 em Artigos, Curiosidades | 0 comentários

“Lei do Bem” foi criada e instituída com o objeto de estimular e auxiliar as empresas privadas, no que diz respeito ao investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), através de benefícios fiscais. A iniciativa busca valorizar o aprimoramento do serviço prestado a partir de projetos e novas estratégias empresariais que podem ser a chave para maior produtividade para, dessa forma, agregar valor tanto para a própria companhia quanto, de modo geral, ao segmento no qual ela atua. Vale a pena destacar que, neste caso, inovação não significa, necessariamente, uma proposta inédita no mercado, mas sim uma plataforma, um procedimento ou um item novo no âmbito da empresa, além de melhorias ou novas funcionalidades. Diante desse cenário, a organização deve estar engajada na inovação de processos ou de produtos. Dentre os principais incentivos fiscais, destacam-se os benefícios recorrentes da exclusão adicional da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), de 60% a 100% dos dispêndios; a redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre aquisição de bens utilizados em pesquisas e inovação; a depreciação integral de novos bens adquiridos e amortização acelerada de bens intangíveis utilizados no desenvolvimento de tais atividades, para determinação do Lucro Real; e a redução da alíquota de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre remessas efetuadas para o exterior destinadas ao registro e à manutenção de marcas, patentes e cultivares. No entanto, a aplicação dos ‘Incentivos Fiscais à Inovação em Produtos e Processos” deve, inevitavelmente, passar por cuidadosas etapas de implantação. Além disso, torna-se primordial a formação multidisciplinar de profissionais capazes de lidar com a análise desses incentivos fiscais que serão transformados em aperfeiçoamento tecnológico. Nesse sentido, podemos destacar a importância da execução de três etapas primordiais para resultados positivos: discussão dos projetos de P&D; identificação dos dispêndios elegíveis ao benefício e a apuração do incentivo; e a revisão das obrigações acessórias. Em vista de real efetividade, alguns processos se fazem indispensáveis, desde entrevistas com as pessoas diretamente envolvidas nas atividades de pesquisa e desenvolvimento, visitas às plantas onde ocorrem as pesquisas, mapeamento de gastos, análise do critério de contabilização dos dispêndios com inovação tecnológica, cálculo do benefício a ser usufruído para fins de IRPJ e CSLL, orientação quanto à utilização do benefício para outros tributos (IPI e IRRF), análise de alternativas viáveis para maximização do incentivo fiscal, e muita atenção no preenchimento da ficha específica da inovação tecnológica da DIPJ (Declaração de Informações Economico-fiscais da Pessoa Jurídica) ou do ECF (Bloco de Escrituração Contábil Fiscal), e a revisão do formulário a ser entregue ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). Estima-se que as companhias adotem cada vez mais essa prática...

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Baixa imediata de CNPJ começa dia 8

Postado por em out 2, 2014 em Artigos, Curiosidades | 0 comentários

A baixa automática de CNPJ vai se tornar realidade a partir de 8 de outubro, em Brasília. A novidade foi anunciada pelo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Guilherme Afif Domingos, durante mais uma etapa da Caravana da Simplificação, que ontem visitou a cidade de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O evento, que aconteceu no teatro Cacilda Becker, reuniu autoridades locais, empresários e representantes de entidades de classe dos municípios da região. São Bernardo é a 11ª cidade a receber a Caravana que hoje vai para Santos. Durante entrevista coletiva, o ministro disse que vai reunir representantes das Juntas Comerciais de todo o País, em Brasília, em cerimônia que vai consolidar um processo que vem sendo construído desde que assumiu a SMPE. “A Lei 147/14, que alterou as regras do Simples, continua a surtir efeitos bem positivos. Agora, vamos encerrar empresas na hora em Brasília. Até o final do ano, faremos isso em todo o País”, comemorou. O ministro destacou que o processo de baixa na hora dos CNPJs já havia avançado com o fim da exigência de certidões negativas, medida adotada pela SMPE no final de agosto e baseada na nova lei. Com isso, o empresário passa a poder dar baixa no CNPJ e a ter os débitos da empresa transferidos para o seu CPF. No processo de abertura de empresas, o fim da obrigatoriedade das certidões representa uma verdadeira revolução: o empresário vai poder abrir uma outra empresa mesmo que tenha débitos em seu nome. “Ele ganha uma segunda chance para prosperar e, até mesmo, para poder pagar suas dívidas com os fiscos. Não é certo que o insucesso empresarial tenha que representar a morte do cidadão como empresário”, esclareceu o ministro Guilherme Afif. Em sua apresentação, o ministro aproveitou para destacar os pontos mais importantes da nova Lei do Simples, que traz 81 medidas que beneficiam as micro e pequenas empresas. Entre eles, a universalização do Simples, que garante a entrada no regime de tributação de acordo com o porte da empresa e não mais pelo setor em que opera. Com isso, todas as empresas com faturamento anual de até 3,6 milhões por ano, poderão aderir ao Simples”. Foram incorporados com a lei mais de 140 setores profissionais que englobam cerca de 450 mil empresas de prestação de serviços na área intelectual e de profissionais liberais de profissões regulamentadas que poderão optar pelo modelo de tributação”. Outro ponto de destaque da legislação é a garantia do tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas que está na Constituição Federal. O novo texto determina que, nenhuma nova lei, norma ou regulamento, alcança as MPEs se as regras diferenciadas não estiverem claras. “Se...

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Bem vindo a Kasper Consultoria

Postado por em ago 5, 2013 em Artigos, Curiosidades, Legislação, Tributação | 0 comentários

Bem vindo a Kasper Consultoria Empresarial! Neste espaço você encontrará diversos textos, curiosidades e orientações acerca de suas movimentações patrimoniais, econômicas e financeiras. Utilize este site para entrar em contato, tirar suas dúvidas, estaremos sempre a sua disposição com um único objetivo e comum: Buscar excelência e rentabilidade para a sua empresa!  ...

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Como tributar o lucro de sua empresa?

Postado por em ago 5, 2013 em Artigos, Curiosidades, Sem Categoria, Tributação | 0 comentários

Simples, Presumido ou Real? Qual empresário, seja ele de qualquer porte, não se perguntou qual a melhor forma para tributar o lucro de sua empresa? Ou melhor, qual empresário que já não escutou de algum amigo que uma forma diferente de tributar o lucro pela qual ele está fazendo é mais barata?   Muito cuidado neste momento! Muitas vezes,  no mesmo ramo de atividade para empresas diferentes a forma de tributar o lucro é distinta por ser mais atrativa. Muitos fatores internos e externos devem ser levados em consideração. A contribuição unificada – Simples Nacional, realmente é bastante atrativo, principalmente quando a existência de funcionários na empresa, visto que abrange também a CPP – Contribuição Previdenciária Patronal, no entanto, já me deparei com casos desfavoráveis a esta modalidade para determinada empresa. Não podemos esquecer também que essas empresas não geram direito a crédito de ICMS e ou de IPI na sua integralidade e sim apenas na proporção que são pagas. Aqui estaríamos entrando no mérito comercial que não é o foco deste texto, mas que jamais deve ser esquecido. Presumir o lucro pode ser uma boa alternativa para as empresas que estão impedidas para o Simples Nacional, mas também podem ser primeira opção para alguns casos, como organizações com poucos ou até mesmo sem funcionários, com valores agregados ao produto altos, ou ainda com um lucro liquido alto, ou seja, presumi-lo, dentro dos percentuais pré definidos pela Receita Federal pode ser uma grande alternativa. Lucro Real: Para muitos um “monstro”, para outros “pagar menos imposto”, na minha opinião: Mais uma opção para o planejamento tributário da empresa. Nada difere na contabilidade e sim nas obrigações acessórias para os contadores. Em ocasiões pode ser mais atrativo e requer um estudo, quando possível, para escolher entre a melhor forma, uma vez que a opção é irrevogável durante o exercício. Gosto de fazer uma pergunta para quem possui a dúvida entre tributar pelo Lucro Presumido ou Simples: Seu lucro, percentualmente, é maior do que a presunção permitida por lei? Caso positivo, não temos dúvida de qual a melhor forma e caso negativo, o primeiro passo para o estudo já foi dado e o trabalho deve continuar para a escolha correta. Cabe lembrar que todo estudo feito é dentro das legalidades e não há nenhuma forma de mascarar ou “fazer a empresa dar pouco lucro”, como muitos gostam de expressar. O que é permitido por lei é escolher a melhor forma para tributar o lucro, trazendo sempre o melhor benefício para organização....

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